5 motivos para se ter a casa própria

5 motivos para se ter a casa própria

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Você saberia dizer qual o maior sonho de consumo dos brasileiros?

Como a pergunta foi lançada em uma coluna de arquitetura, a resposta é quase óbvia, né?

Entretanto, engana-se quem arriscou a dizer que o maior sonho de consumo é “ter a sua casa própria”. De acordo com o Sebrae, esse é apenas o segundo, sendo citado por 48% dos entrevistados.

Em primeiro lugar, com 50,2% de citações, está o sonho de “viajar pelo Brasil”.

Mas como o primeiro colocado é assunto para a Rosa Oliveira, colunista do caderno de Turismo, vamos à parte que nos compete, a arquitetura.

O ser humano tem uma série de desejos, sonhos e necessidades.

Existe um estudo, expresso pela famosa “pirâmide de Maslow” (que não era egípcio nem arquiteto, mas um psicólogo americano), que diz que o ser humano precisa “escalar uma hierarquia de necessidades antes de chegar à sua auto realização”.

Definiu cinco grupos de necessidades, das mais básicas às mais sofisticadas, descritas na pirâmide da seguinte forma:

MASLOW
Na base viriam as necessidades FISIOLÓGICAS, que se resumem às necessidades primárias para a manutenção da vida: comida, água, respiração, excreção.

Logo acima, viria a necessidade de SEGURANÇA, compreendendo: propriedade, estabilidade no emprego, segurança econômica.

A seguir viria a necessidade de SOCIABILIZAÇÃO: amizade, família, participar de um grupo.

No quarto nível da pirâmide viria a necessidade de RECONHECIMENTO: aqui talvez esteja a primeira necessidade que destaque o ser humano dos demais reinos da natureza. Não basta estar vivo, seguro e participar de um grupo. Esse patamar fala da necessidade de sermos reconhecidos e termos o respeito dos demais membros do grupo.

Finalmente chegaríamos ao topo da pirâmide, com a mais nobre das necessidades, a AUTO REALIZAÇÃO. Segundo Maslow, aqui a pessoa tem que ser coerente com aquilo que ela é na realidade, sem máscaras.

E como isso tudo se conecta à arquitetura?

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Se conecta porque quando se quer uma casa, existem motivos internos e externos para essa querência e o arquiteto precisa orientar para que a casa atenda às cinco necessidades:

FISIOLÓGICAS: iluminação, ventilação, interligação entre cômodos de diferentes usos.

SEGURANÇA: não só estrutural, mas também adequação econômica.

SOCIABILIZAÇÃO: criação de espaços internos que permitam os vários usos, de encontros e privacidades, apontados pelo cliente. Ainda nesse patamar, a casa tem que participar do entorno de forma sociável, sendo única, sem, no entanto, agredir o meio.

RECONHECIMENTO: a casa própria é o segundo sonho de consumo do brasileiro, assim, tê-la é também uma forma de status, e é motivo de orgulho. Por isso precisa ser bem pensada.

Mas aqui entra uma questão: fazer a casa só por status é preocupante pois pode-se estar seguindo a opinião, modismo ou gosto alheio só para poder ser “aceito” pelo grupo e não atender aos seus próprios anseios. E modismo passa!

FELICIDADE
Daí uma das importâncias fundamentais do arquiteto: saber eliminar interferências externas, ajudando o cliente a descobrir sua real necessidade, permitindo que o projeto represente sua AUTO REALIZAÇÃO. O profissional vai projetar uma casa que atenda às suas demandas de espaço, fluxos e estética... Não em função do que o vizinho ou olhar alheio acham, mas encontrando o que realmente realizará a fundo o proprietário da futura residência.

Assim é na casa... assim é na vida.

E pó falar em sonho de consumo: já viu a CASA DO ANO? Então clique aqui para conhecê-la!

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