Delegado ouve testemunhas de homicídio no São Judas Tadeu e conclui que vítima foi morta por engano

Delegado ouve testemunhas de homicídio no São Judas Tadeu e conclui que vítima foi morta por engano

O delegado Rodrigo Rolli, titular da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, ouviu todas as testemunhas do caso do homem de 54 anos, morto por uma dupla no bairro São Judas Tadeu, zona Norte, no dia 25 de novembro. Segundo Rolli, todas as testemunhas foram ouvidas, incluindo policiais militares que atenderam a ocorrência, outro policial militar – que era vizinho da vítima – e familiares.
    “Juntamos os laudos e vamos remeter o inquérito à Justiça, com o indiciamento dos dois jovens presos pelo crime. Com relação à motivação, tudo leva a crer que não haveria motivos para matá-lo. Por meio de levantamentos da vida da vítima na igreja, na vida profissional, ele seria uma pessoa sem qualquer problema com ninguém”.
    Ainda segundo Rolli, a única desavença que a vítima teria seria com o dono de uma oficina próxima de sua casa, mas tudo indica que ele teria sido assassinado por engano.     “Os autores presos negam a prática do delito, apesar de terem sido reconhecidos por testemunhas. Eles não querem falar nada a respeito do fato, o que dificulta a investigação”, finaliza. Os dois suspeitos foram presos pela Polícia Militar no dia do crime.